domingo, 23 de setembro de 2012


  O derretimento do gelo no Ártico está acelerando a tal ponto que pode desaparecer totalmente em quatro anos. Este é o alerta feito pelo pesquisador Peter Wadhams, da Universidade de Cambridge, Inglaterra, e um dos maiores especialistas no assunto.
E o ser humano (pelo menos os detentores de poder) já está a trabalhar nisto, não no que se pode fazer (a nivel ambiental) mas o que podem ganhar com esta situação.
Em jogo estão as abundantes reservas de petróleo e gás mineral que, graças às mudanças climáticas, tornam-se cada vez mais acessíveis, bem como novas rotas de navegação polar. Este ano, a China adotou uma postura mais agressiva nesta disputa, o que causou alarde entre as potências ocidentais.

“Nos últimos dois anos, a importância do Ártico cresceu rapidamente na agenda diplomática da China”, diz Linda Jakobson, diretora do Instituto Lowy de Política Internacional. Segundo Jakobson, a China está tentando descobrir como entrar no “negócio”. Em agosto, o país enviou pela primeira vez um navio cuja rota cruzava o Ártico em direção à Europa. Agora, a China pressiona pela posição de observador permanente no Conselho Ártico, pequena organização internacional que conta com a adesão de oito países: Canadá, Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega, Rússia, Suécia e Estados Unidos.




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