Levantadas as últimas restrições ao uso da água em Inglaterra
Quatro empresas britânicas de abastecimento de água, que servem mais de três milhões de pessoas, levantaram nesta segunda-feira as últimas restrições ao uso de mangueiras para regar jardins ou lavar carros, medida implementada em Abril para enfrentar a seca naquele país.
O anúncio das empresas – South East Water, Sutton and East Surrey Water, Veolia Water Central e Veolia Water Southeast – é justificado com os elevados níveis de precipitação registados desde Abril e com a recuperação parcial dos aquíferos.
“A recarga dos recursos hídricos subterrâneos é pouco usual nesta altura do ano [cerca de 80% da chuva é absorvida pelos ecossistemas e apenas 20% chega aos aquíferos subterrâneos] mas desta vez deve-se aos níveis anormalmente elevados de precipitação registados desde a Primavera, que puseram fim a uma seca severa”, depois de dois Invernos secos, segundo o comunicado da Sutton and East Surrey Water.
Esta empresa, que vai buscar 85% da água aos aquíferos, foi uma das sete que introduziram, a 5 de Abril, restrições ao uso de mangueiras, como medida de poupança de água. As empresas Thames Water, Anglian Water e Southern Water já tinham levantado estas restrições a 14 de Junho.
Em meados de Fevereiro, a falta de chuva levou o Governo britânico a convocar de emergência uma reunião com as empresas do sector da água, agricultores e instituições de protecção da vida selvagem para se prepararem para a pior seca dos últimos 36 anos. As zonas Sul e Este de Inglaterra estavam entre as regiões mais afectadas pela falta de água. Já em Janeiro, peritos da Agência de Ambiente britânica alertaram que os níveis de água no solo estavam tão baixos que seria preciso o dobro da precipitação para a recuperação dos caudais dos rios.
Mas em Abril o tempo mudou, passando a chuva forte e frio. “Os níveis de precipitação desde Abril melhoraram os nossos recursos hídricos, que agora recuperaram o suficiente para nos permitir levantar as restrições, sem colocar mais pressões no ambiente local”, diz a Veolia Water Central.
Segundo o mais recente balanço feito pela Agência britânica do Ambiente em relação à seca, a 5 de Julho, o nível dos rios está agora acima do normal para esta altura do ano. “Apenas dois aquíferos continuam a registar níveis anormalmente baixos, com mais 11 ligeiramente abaixo do normal”, segundo o relatório. A agência fala numa “imagem mais positiva para o abastecimento de água e para o Ambiente neste Verão”.
“Depois do período de Abril a Junho mais chuvoso de que há registos, registámos uma boa recuperação dos nossos rios e reservatórios e os aquíferos continuam a melhorar”, disse Polly Chancellor, coordenadora nacional para a situação de seca. “Mas continuamos atentos porque mais um Inverno seco poderá causar um regresso dos níveis baixos de água no próximo ano”.
Esta posição também é seguida pelas empresas de abastecimento de água. “Os níveis de água nos aquíferos ainda estão mais baixos do que o normal. Para que estes regressem ao normal é preciso que chova substancialmente e durante períodos prolongados no próximo Outono e Inverno”, disse a Veolia Water Central. Se isso não acontecer, esta empresa e a Sutton and East Surrey Water advertem que será necessário implementar novas restrições para o próximo ano.
O anúncio das empresas – South East Water, Sutton and East Surrey Water, Veolia Water Central e Veolia Water Southeast – é justificado com os elevados níveis de precipitação registados desde Abril e com a recuperação parcial dos aquíferos.
“A recarga dos recursos hídricos subterrâneos é pouco usual nesta altura do ano [cerca de 80% da chuva é absorvida pelos ecossistemas e apenas 20% chega aos aquíferos subterrâneos] mas desta vez deve-se aos níveis anormalmente elevados de precipitação registados desde a Primavera, que puseram fim a uma seca severa”, depois de dois Invernos secos, segundo o comunicado da Sutton and East Surrey Water.
Esta empresa, que vai buscar 85% da água aos aquíferos, foi uma das sete que introduziram, a 5 de Abril, restrições ao uso de mangueiras, como medida de poupança de água. As empresas Thames Water, Anglian Water e Southern Water já tinham levantado estas restrições a 14 de Junho.
Em meados de Fevereiro, a falta de chuva levou o Governo britânico a convocar de emergência uma reunião com as empresas do sector da água, agricultores e instituições de protecção da vida selvagem para se prepararem para a pior seca dos últimos 36 anos. As zonas Sul e Este de Inglaterra estavam entre as regiões mais afectadas pela falta de água. Já em Janeiro, peritos da Agência de Ambiente britânica alertaram que os níveis de água no solo estavam tão baixos que seria preciso o dobro da precipitação para a recuperação dos caudais dos rios.
Mas em Abril o tempo mudou, passando a chuva forte e frio. “Os níveis de precipitação desde Abril melhoraram os nossos recursos hídricos, que agora recuperaram o suficiente para nos permitir levantar as restrições, sem colocar mais pressões no ambiente local”, diz a Veolia Water Central.
Segundo o mais recente balanço feito pela Agência britânica do Ambiente em relação à seca, a 5 de Julho, o nível dos rios está agora acima do normal para esta altura do ano. “Apenas dois aquíferos continuam a registar níveis anormalmente baixos, com mais 11 ligeiramente abaixo do normal”, segundo o relatório. A agência fala numa “imagem mais positiva para o abastecimento de água e para o Ambiente neste Verão”.
“Depois do período de Abril a Junho mais chuvoso de que há registos, registámos uma boa recuperação dos nossos rios e reservatórios e os aquíferos continuam a melhorar”, disse Polly Chancellor, coordenadora nacional para a situação de seca. “Mas continuamos atentos porque mais um Inverno seco poderá causar um regresso dos níveis baixos de água no próximo ano”.
Esta posição também é seguida pelas empresas de abastecimento de água. “Os níveis de água nos aquíferos ainda estão mais baixos do que o normal. Para que estes regressem ao normal é preciso que chova substancialmente e durante períodos prolongados no próximo Outono e Inverno”, disse a Veolia Water Central. Se isso não acontecer, esta empresa e a Sutton and East Surrey Water advertem que será necessário implementar novas restrições para o próximo ano.
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